O que é a ritidoplastia
Com o envelhecimento, os tecidos da face descem e perdem sustentação: surgem sulcos marcados, perda do contorno da mandíbula ("buldogue") e flacidez no pescoço. A ritidoplastia trata a causa, reposicionando a camada profunda de sustentação da face (SMAS) e, então, ajustando a pele sem tensão.
Pode ser associada a outros procedimentos, como a blefaroplastia e a lipoenxertia facial, para um rejuvenescimento mais harmônico.
Para quem é indicada
Para quem percebe flacidez no terço médio e inferior da face e no pescoço que já não responde a tratamentos não cirúrgicos. Bons candidatos têm saúde estável e não fumam, ou estão dispostos a parar antes e depois da cirurgia.
Como é a cirurgia
A incisão contorna a orelha e se estende para o couro cabeludo, ficando escondida em dobras naturais. A Dra. Francine trabalha nos planos profundos para que o resultado venha da reposição dos tecidos, e não da tração da pele, preservando a expressão natural.
Recuperação
Inchaço e roxos são esperados nas duas primeiras semanas. Usa-se faixa facial nos primeiros dias, e a cabeceira elevada ajuda a reduzir o edema. O convívio social costuma ser retomado em duas a três semanas, e o resultado se refina ao longo de meses.
Riscos e cuidados
Riscos incluem hematoma, alterações de cicatrização, assimetrias, alteração temporária da sensibilidade e, raramente, lesão de ramos do nervo facial. O tabagismo aumenta muito o risco de sofrimento da pele e precisa ser suspenso.
Conteúdo informativo revisado por Dra. Francine Philippsen, Cirurgiã Plástica (CRM/RS 47716, RQE 45552, CRM-PR 64530, RQE 39657). A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual. Em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.